A atual vice-governadora do Pará, Hana Ghassan (MDB), aparece entre os principais nomes na disputa pelo governo do estado do Pará nas eleições de 2026, ocupando o segundo lugar.
Ela e o Dr. Daniel Santos (Podemos) estão em empate técnico considerando a margem de erro do levantamento da Quaest, uma vez que ela tem 27% das intenções de voto e ele 28%.
Na pesquisa espontânea, o cenário se repete, porém os números caem. Hana soma 12%, enquanto o médico soma 14%.
Nas redes sociais, desde o início da campanha eleitoral, a candidata vem divulgando vídeos, como o abaixo. Contando um pouco da própria história, ela escreveu na legenda: "Agora, sou candidata a governadora. E a resposta vocês já sabem: bora, que a gente tem que continuar!".
Início da carreira
Hana Ghassan Tuma nasceu em 16 de janeiro de 1968 em Belém (PA) e se formou em ciências contábeis pela Universidade Federal do Pará (UFPA).
Antes de ingressar na política, atuou como auditora fiscal na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa); Secretária Municipal de Planejamento, Orçamento e Finanças e Secretária Municipal de Saneamento e Infraestrutura da Prefeitura Municipal de Ananindeua; além de Secretária Municipal de Finanças da Prefeitura Municipal de Belém.
Em 2019, chegou ao cargo de Secretária de Estado de Planejamento e Administração, onde ficou até 2022, quando decidiu disputar as eleições.
Vida política
Naquele ano, Hana concorreu como vice-governadora, tendo Helder Barbalho (MDB) como candidato a governador da chapa. A dupla foi eleita ainda em primeiro turno, ao somar 3.117.276 votos (70,41%).
Agora, em 2026, ela concorre ao cargo de governadora do estado, ainda filiada ao MDB, e declarou à Justiça Eleitoral, um patrimônio de R$ 1,67 milhão, que inclui apartamento, veículo, aplicações, depósitos, entre outros.
A candidata apresentou entre as principais propostas para sua gestão, o investimento em infrestrutura urbana, aumento dos hospitais e duplicação de rodovias.
Posicionamentos e polêmicas
Neste ano, Hana foi condenada por propaganda eleitoral antecipada. O Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) determinou a retirada de outdoors com a imagem dela.
Outra controvérsia ligada à candidata envolve um decreto assinado por ela que promoveu delegados da Polícia Civil que foram citados em um esquema de corrupção e fraudes milionárias no estado.
Na altura, o governo alegou que a promoção foi automática por tempo de serviço e que apenas uma punição definitiva impediria o avanço na carreira.
O Brasilianista traz análises sobre as eleições 2026

