Segundo fontes de O Brasilianista, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e a primeira-dama, Cilia Flores, teriam sido retirados do quarto onde se encontravam por militares da Delta Force do exército americano e agentes da CIA durante uma operação classificada como de alta precisão. As informações indicam que a ação ocorreu em área residencial de acesso restrito, com rapidez e sem confronto prolongado. Não houve mortos.
De acordo com as mesmas fontes, a segurança imediata do casal era composta por agentes cubanos e venezuelanos, muitos deles treinados em Cuba, e vinculados diretamente aos serviços de inteligência do Estado venezuelano. Esse modelo de proteção sempre foi tratado como um dos pilares da segurança pessoal do presidente, o que torna a operação — caso confirmada — particularmente sensível do ponto de vista político e institucional.
Suspeitas e indícios
Ainda segundo fontes, há suspeitas de que mercenários russos também fariam parte do esquema de segurança do casal, hipótese levantada por analistas com base em precedentes de cooperação envolvendo estruturas ligadas à Rússia em outros países aliados de Moscou. Até o momento, nenhuma autoridade confirmou oficialmente a presença desses agentes na proteção direta de Maduro.
Outro ponto considerado crítico pelas fontes é a possível facilitação interna. Há indícios de que integrantes do próprio aparato de segurança presidencial teriam repassado informações estratégicas sobre rotas, horários e formas de acesso às áreas reservadas da residência do casal, o que teria viabilizado a ação com elevado grau de precisão.
Autoridades venezuelanas não se manifestaram até o fechamento desta matéria. Do lado norte-americano, também não houve confirmação oficial sobre mais detalhes da operação.


