A isenção do Imposto de Renda (IR) para trabalhadores que ganham até R$ 5 mil mensais, sancionada nesta quarta-feira (26) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi celebrada como uma “vitória histórica” pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). As informações são da Agência Câmara.
Em declaração divulgada no X, Motta destacou que o projeto aprovado pelo Congresso passou por melhorias na Câmara. Entre as mudanças, citado pelo veículo, está a ampliação da redução da alíquota para contribuintes que recebem até R$ 7.350, medida que, segundo o presidente da Casa, reforça o compromisso do Legislativo com o alívio tributário da população.
O parlamentar também lembrou que a proposta recebeu aprovação unânime entre os deputados, algo que, segundo ele, demonstra o alinhamento entre os Poderes na construção de medidas de impacto nacional.
“Este é o resultado da união dos Poderes em favor do Brasil. Com respeito às atribuições legislativas, diálogo e equilíbrio, o país avança.”, afirmou Hugo Motta.
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Tensão nos bastidores
Apesar da posição positiva, Motta não compareceu à sessão parlamentar hoje. Segundo repercussão do O Brasilianista, fontes próximas ao parlamentar afirmam que o presidente da Câmara optou por não ir após críticas envolvendo o PL Antifacção, quando o deputado Lindbergh Farias acusou Motta de tentar assumir o protagonismo de uma pauta considerada estratégica para o governo.
Além do chefe da Câmara, Davi Alcolumbre, presidente do Senado, também se ausentou. Segundo aliados ouvidos pela Globo, a decisão de Alcolumbre de não comparecer influenciou diretamente o gesto de Motta.

