Will Bank está novamente disponível para negociação após a compra pelo Banco Master, segundo o Bastidores do Poder. A instituição volta ao centro das atenções em um momento de tensão regulatória, pressão do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e receio de impactos maiores no sistema financeiro.
A situação se agravou durante a gravação do vídeo que revelou o caso, transformando a operação em uma disputa marcada pela urgência.
Cenário exige solução rápida para evitar maiores danos
A principal preocupação agora é impedir que a crise enfrentada pelo Master se espalhe para os recursos aplicados em CDBs vinculados ao Will.
A saída mais provável é uma venda imediata ou uma separação operacional capaz de isolar os riscos. A movimentação tem atraído fundos de investimento, players interessados e até o Banco de Brasília (BRB), que surgem como possíveis compradores.
Bancos pressionam e apoio político surge nos bastidores
Além da corrida privada, a Mastercard aparece como potencial suporte financeiro, enquanto Brasília articula apoio político para evitar um efeito dominó no setor.
Paralelamente, grandes bancos acompanham de perto e pressionam para que uma solução seja concretizada o quanto antes.

