Recentemente o presidente americano Donald Trump autorizou que a Agência Central de Inteligência (CIA), realizasse ações na Venezuela, mostrando-se contra o líder venezuelano, Nicolás Maduro.
Segundo o UOL, a mobilização de tropas dos Estados Unidos, que levou cerca de 10 mil soldados americanos ao Caribe, é a maior desde a crise no Panamá.
Segundo analistas internacionais, essas ações impostas pelo líder americano na Venezuela são vistas como “precedente perigoso” e podem levar toda a América Latina a sofrer com intervenções militares diretas de Washington. Segundo a Agência Brasil.
Sendo assim, Caracas tem perdido sustentação externa e sido isolada diante de uma possível reconfiguração geopolítica, já que a Rússia e a China estão focadas em suas próprias disputas, enquanto o Irã segue fragilizado pois a capacidade diplomática de ambas – China e Rússia – não é adequada para intervir no conflito atual do Oriente Médio. Segundo a CNN Brasil.
Com isso, os grandes temas mundiais parecem ter sido informalmente distribuídos entre potências. A Ucrânia seria uma questão europeia e russa; Taiwan, um tema chinês; e a Venezuela, um assunto norte-americano.
O objetivo final de todas as ações impostas pelo presidente americano contra a Venezuela é derrubar Nicolás Maduro do poder, segundo o jornal The New York Times.

