O recente telefonema entre o líder americano, Donald Trump e o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), intensificou a ideia de um acordo entre os países, após os dois conversaram sobre tentar uma negociação em relação à taxa imposta pelo governo americano em agosto, de 50% sobre produtos nacionais. As informações são do g1.
Os responsáveis por conversarem sobre a negociação e tentarem um acordo sobre as taxas impostas, são o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. O encontro dos dois deve acontecer nesta quinta-feira (16), em Washington.
Entretanto, enquanto as negociações seguem em andamento, os impactos também são sentidos em empresas brasileiras, que buscam formas de lidar com o conflito comercial.
Os efeitos das tarifas podem ser sentidos em diversos setores e regiões do país, como por exemplo, no Ceará, que teve fábricas precisando cortar gastos e buscar novos clientes na Europa e Ásia.
Quem também está sofrendo com os impactos são os produtores de Minas Gerais, que perderam contratos com os Estados Unidos, e na tentativa de reverter a situação e evitar prejuízos, enviaram amostras para a Noruega e Dubai.
Atrás apenas da China, os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil. Recentemente, o Brasil registrou um déficit de cerca de US$ 1,8 bilhão, chegando ao nono mês de saldo negativo na balança comercial.

