Acontece nesta terça-feira (23), a abertura da 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. O discurso de abertura será feito pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), previsto para ter início a partir das 10h, no horário de Brasília.
A transmissão ao vivo será feita pelos canais oficiais da ONU e do presidente Lula, no YouTube.
Segundo o g1, o costume que leva o Brasil a ser o primeiro a discursar todo o ano, vem desde de 1955 junto de diversas teorias que explicam a tradição. Entretanto, o chefe do protocolo da ONU, Desmond Parker, conta uma das teorias mais propagadas ao longo dos anos. “Em tempos muito antigos, quando ninguém queria falar primeiro, o Brasil sempre se oferecia. E assim ganhou o direito de falar primeiro na Assembleia Geral”, explicou Parker.
Temas como a criação do Estado da Palestina, a defesa da democracia e ao enfrentamento da crise climática, serão assuntos discutidos nos encontos do presidente Lula com demais autoridades, segundo informações do R7.
Democracia
Na quarta-feira (23), Lula marcará presença na 2ª edição do evento “Em Defesa da Democracia e Contra o Extremismo”, que visa fortalecer compromissos em defesa da democracia, do multilateralismo e do Estado de Direito. Além de articular o enfrentamento contra a desinformação, o discurso de ódio e a desigualdade social.
Oriente Médio
A França e a Arábia Saudita convocaram dois eventos para discutirem temas voltados à Palestina. A 2º sessão da Confederação Internacional de Alto Nível para Resolução Pacífica da Questão Palestina e a Implementação da Solução de Dois Estados, também serão acompanhados pelo presidente Lula.
Para o Brasil, somente quando palestinos e israelenses conseguirem negociar e reconhecer a capacidade estatal da palestina, é que haverá paz no Oriente Médio.
Crise Climática
Também na quarta-feira (24), haverá um evento sobre crise climática, o presidente Lula co-presidirá o evento, juntamente com o secretário-geral da ONU, António Guterres.
Acredita-se que o encontro tem potencial para incentivar os Estados-membros a adotar medidas mais significativas.

