A morte do ativista conservador e influencer Charlie Kirk, na última quarta-feira (10), causou o aumento das tensões políticas nos Estados Unidos.
O presidente americano, Donald Trump, declarou nesta semana que vai designar o movimento Antifa, conglomerado de grupos antifacistas, como organização terrorista. Na avaliação do Broadcast, Trumptenta utilizar a aversão pelo crime para reprimir a sua oposição política.
Spencer Cox, governador de Utah, onde Kirk foi assassinado, falou em entrevista ao programa Meet the Press, da NBC, que as redes sociais são um “câncer” que promovem discursos extremistas e alegou influência das plataformas na morte do ativista.
Tyler Robinson, de 22 anos, acusado de matar o influenciador, foi preso e indiciado por homicídio qualificado e outros crimes. Ao programa “This Week”, da ABC, Cox comentou que o suspeito não estava cooperando com as investigações, mas todas as pessoas ao seu redor estavam. O governador já havia afirmado que Robinson tinha ideais “de esquerda” e namorava uma mulher trans.
Com o caso, a polarização nos EUA aumenta e o movimento de oposição à Trump enfraquece, causando diversos riscos à população e imprevisibilidade das medidas que o chefe de Estado de uma das maiores potências do mundo deve tomar.
Relembre a morte de Kirk
Aliado do presidente republicano, Kirk foi morto a tiros na última quarta-feira (10), enquanto discursava na Universidade do Vale de Utah, em Orem, nos Estados Unidos.
O ataque foi feito enquanto Kirk participava de um debate sob uma tenda e câmeras registraram o momento, exibindo um tiro no pescoço. Como noticiou o AP News, o governador de Utah, Spencer Cox, classificou o episódio como um dia trágico e sombrio para a nação.
O ativista se apresentava em seus discursos como defensor de valores cristãos, do livre mercado, defensor das armas, além de duvidar do aquecimento global e se identificar com o movimento Make America Great Again (MAGA). Ele foi peça importante para a campanha de Trump em 2016 e 2024. As informações são do g1.

