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Política

Saiba quem é Randolfe Rodrigues, candidato ao Senado pelo Amapá

Ele busca mais um mandato na Casa

Saiba quem é Randolfe Rodrigues, candidato ao Senado pelo Amapá

O senador Randolfe Rodrigues (PT) aparece entre os principais nomes na disputa por uma das duas vagas ao Senado Federal pelo Amapá nas eleições de 2026, somando 18% das intenções de voto.

Assim, ele aparece em segundo lugar na disputa. O primeiro é preenchido por Rayssa Furlan (Podemos), 32%, e o terceiro por Lucas Barreto (PSD), 12%. Os dados são do Real Time Big Data de julho.

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Com o início da campanha eleitoral em 19 de agosto, Randolfe compartilhou um jingle no Instagram e escreveu: “O trabalho que a gente vê! 130 pra senado”.

Início da carreira

Randolph Frederich Rodrigues Alves nasceu em 6 de novembro de 1972 em Garanhuns (PE), mas ainda na infância, aos 8 anos, mudou-se para o Amapá junto dos pais.

Filho de sindicalista e professora, o contato com a vida política aconteceu desde cedo e se traduziu na própria graduação. Ele é formado em história e direito, além de ser mestre em políticas públicas. Com esse backstage, ele atuou como professor.

A vida política

Em 1998, Randolfe Rodrigues, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT), concorreu pela primeira vez a vaga de deputado estadual, terminando com 1.756 e sendo eleito.

Em 2002, ele repetiu o feito e foi reeleito com 4.657 votos. Assim, o político ficou na vaga por oito anos e se consolidou como um nome influente do estado buscando um voo maior nas eleições seguintes.

Atuação no Congresso Nacional

Em 2005, Randolfe deixou o PT para se filiar ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), sigla pela qual concorreu às eleições de 2006. Ele somou 4.283 votos, o que não foi suficiente para elegê-lo ao terceiro mandato.

Ainda pelo PSOL, em 2010, ele concorreu a senador pelo Amapá e obteve sucesso, com 203.259 (38,94%). Em 2015, ele migrou para o partido Rede Sustentabilidade. Assim, em 2018, ele foi reeleito para o Senado, computando 264.798 votos (46,26%).

Durante mais de 15 anos no Senado, Randolfe participou de diversos eventos históricos, como impeachment da Dilma Rousseff (em que se posicionou contra) e protocolou um pedido de comissão parlamentar de inquérito para investigar Jair Bolsonaro por omissões durante a pandemia da covid-19.

Na Casa, é membro titular da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE); Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE); Frente Parlamentar em Defesa das Políticas Públicas de Juventude; entre outras.

Posicionamentos e polêmicas

Investigado pela Lava Jato, Randolfe Rodrigues teve o inquérito arquivado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2016. Ele foi citado em pelo delator Carlos Alexandre de Souza Rocha de receber propina com objetivo de barrar a CPI da Petrobras. Na época, o atual candidato ao Senado negou qualquer envolvimento com o caso.

Em 2013, Rodrigues contestou um dossiê enviado ao Senado e STF que acusava o político de receber dinheiro durante o mandato como deputado estadual. Na altura, ele disse que o principal responsável pela denúncia era o ex-presidente da Assembleia Legislativa, Fran Soares Júnior, indiciado por uma CPI por suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas.

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