O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (03) um ultimato ao grupo Hamas para acabar com a guerra na Faixa de Gaza. As informações são do G1.
O grupo terrorista deve aceitar o plano de paz até domingo (05) ou irá enfrentar o que ele chamou de um “inferno total”.
Segundo Trump, mais de 25 mil combatentes do Hamas já foram mortos desde o início do conflito, em outubro de 2023. Ele afirmou que os militantes que ainda resistem estão “cercados e presos” e que este seria o último momento para que suas vidas fossem poupadas.
O que diz o plano?
O documento, aceito por Israel, prevê, dentre outras coisas, Gaza como zona livre de grupos armados e anistia para membros do Hamas que entregarem suas armas.
Além disso, o projeto de paz, que tem 20 pontos, estipula a formação de um governo temporário de transição comandado por palestinos tecnocratas, sob supervisão de um órgão internacional chamado “Conselho da Paz”, presidido pelo próprio Trump.
O Hamas concorda em partes
Também nessa sexta, o grupo Hamas disse que concordaria com alguns aspectos do plano de Trump para encerrar a guerra em Gaza.
Entre as concordâncias estão a libertação de reféns e a transferência da administração do enclave. No entanto, eles disseram que buscariam negociações sobre muitos de seus outros termos. As informações são da Reuters, que teve acesso ao documento.
Trump ainda não se manifestou sobre se os termos seriam sujeitos a negociação.

