Ministro da Economia, Paulo Guedes e presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco. Foto: Edu Andrade/Ascom/ME

No que depender do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), a versão da reforma tributária que vai para frente será a reforma ampla, na forma da PEC 110. Em entrevista nesta sexta-feira (1º) à Rádio Gaúcha, apesar de assumir que a matéria deve enfrentar dificuldade, por conta do quorum necessário para aprovar uma emenda à Constituição, Pacheco disse que a PEC tem a preferência do Senado. “Temos muito desejo de vê-la apreciada por que essa é uma reforma verdadeira e ampla, com unificação de impostos nacionais e subnacionais”, pontou.

Sobre a reforma do Imposto de Renda, ele avaliou que dificilmente a proposta deve chegar ao Plenário ainda em outubro. Também deixou claro que a aprovação não está garantida e que o texto deve passar por mudanças. Frente a essa incerteza, Pacheco anunciou que busca outras alternativas para custear o Auxílio Brasil. A reforma do IR é listada pelo governo como uma das fontes de recursos para a reformulação do Bolsa Família.

“Há o compromisso do relator, senador Angelo Coronel, e da própria Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), de que esse projeto será apreciado. Agora, se vai ser aprovado como veio da Câmara ou não, a maioria vai decidir. Ms é importante o Senado dar sua posição se a reforma deve acontecer, se não deve acontecer ou como deve acontecer”, pontou.

Segundo Pacheco, serão realizadas audiências públicas nos próximos dias com a participação de diversos setores da sociedade e do próprio governo.


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