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Economia

Estoque de crédito no Brasil tem maior alta mensal do ano e atinge R$ 6,8 trilhões em setembro

Segundo dados do Banco Central, o volume total de crédito cresceu 1,1% em relação a agosto

Estoque de crédito no Brasil tem maior alta mensal do ano e atinge R$ 6,8 trilhões em setembro

O estoque total de crédito no Brasil registrou alta de 1,1% em setembro, atingindo R$ 6,844 trilhões, conforme dados divulgados pelo Banco Central (BC) nesta quarta-feira (29). Foi o maior avanço mensal de 2025, segundo informações do CNN Brasil.

De acordo com o BC, o resultado reflete o aumento nas concessões tanto de recursos livres operações com condições negociadas entre bancos e tomadores (alta de 8,1%), quanto de recursos direcionados, que seguem parâmetros definidos pelo governo (alta de 8,2%).

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Principais números de setembro

Os resultados em setembro, segundo a repercussão do Uol Notícias, foram:

  • Estoque total de crédito: R$ 6,844 trilhões
  • Alta mensal: +1,1% em relação a agosto
  • Crescimento em 12 meses: +10,1%
  • Crédito para pessoas físicas: +0,7% no mês e +11% em 12 meses
  • Crédito para empresas: +1,7% no mês e +8,7% em 12 meses

O Poder360 destacou que o volume de crédito subiu de R$ 6,771 trilhões – em agosto – para R$ 6,844 trilhões, o maior avanço desde dezembro de 2024, quando o crescimento havia sido de 1,5%.

Juros e inadimplência em queda

A CNN Brasil informou que as taxas bancárias médias recuaram em setembro. No crédito livre, os juros médios cobrados caíram para 45,5% ao ano, uma redução de 0,4 ponto percentual. Já nas operações com recursos direcionados, os juros recuaram 0,6 ponto, para 11,1% ao mês.

O spread bancário — diferença entre o custo de captação dos bancos e a taxa final cobrada do cliente — passou de 32,2 para 31,9 pontos percentuais. A inadimplência no crédito livre também caiu, de 5,4% para 5,3% no mês, apontou o jornal.

Contexto econômico

O avanço do crédito ocorre em meio à retomada gradual da atividade econômica, que cresceu 0,4% em agosto, segundo o  Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), conhecido como “prévia do PIB”.