O bilionário Elon Musk se consagrou como a primeira pessoa no mundo a acumular um patrimônio líquido de US$ 500 bilhões (cerca de R$ 2,66 trilhões) e posteriormente US$ 700 bi. No entanto, sua trajetória de sucesso financeiro levou mais tempo do que a do monarca mais rico do mundo, o rei da Tailândia.
Maha Vajiralongkorn, também conhecido como Rama X, possui uma das fortunas mais impressionantes e gastos excêntricos. A imprensa internacional estima seu patrimônio em US$ 43 bilhões de dólares — o equivalente a cerca de R$ 220 bilhões na cotação atual do dólar.
O caminho da herança
Ainda que o dono da Tesla tenha nascido em uma família de classe alta, os modestos bilhões da conta de Rama X foram herdados do seu pai, o antigo rei do país asiático, Bhumibol Adulyadej, mas ele conseguiu multiplicar seus rendimentos com boas habilidades nos negócios. Vale lembrar que Maha Vajiralongkorn subiu ao trono em 2016.
Segundo a Exame, o monarca tailandês conquistou não apenas ativos reais após a morte de seu pai, como também relevante participação em ações de corporações gigantes, especialmente relacionadas às indústrias de energia, telecomunicações e infraestrutura.
Além disso, o rei atua como um dos principais agentes econômicos do setor imobiliário da Tailândia. De acordo com o Uol, ele é dono de 17 mil imóveis apenas na capital do país, Bangkok, em um território de quase 16 mil acres — ou cerca de 64 mil campos de futebol.
Os imóveis garantem uma boa margem de aluguel para o rei, na casa dos milhões. Ainda, os ativos imobiliários que ele investe ajudam a estruturar projetos imobiliários de alto padrão na Tailândia.
O tamanho do patrimônio
Entre os seus bens, ele é proprietário de, segundo a imprensa internacional:
- 38 jatos particulares
- 300 automóveis de luxo
- 52 embarcações para rituais nacionais
- 17 mil imóveis em Bangkok
Vale ressaltar que esses valores não correspondem ao patrimônio total de Rama X, apenas as quantias disponíveis publicamente administradas por ele.
10% mais ricos concentram 40% dos rendimentos de todo o Brasil, aponta IBGE
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a desigualdade de renda ainda permanece alta no Brasil.
Apesar do crescimento de 5,4% do rendimento médio mensal do brasileiro em 2025, em relação a 2024, o levantamento mostra que os 10% mais ricos concentram 40,3% de toda a massa de rendimentos do país, percentual superior ao acumulado pelos 70% mais pobres, como mostrado nesta matéria de O Brasilianista.
Em média, o rendimento mensal do brasileiro no último ano chegou a R$ 3.367. Contudo, nota-se também uma diferença regional. enquanto moradores do Nordeste receberam, em média, R$ 2.475 por mês vindos do trabalho, no Centro-Oeste o rendimento médio chegou a R$ 4.133.

