Secretario-executivo do Ministério do Trabalho, Bruno Bianco, junto ao ministro da Economia, Paulo Guedes. Foto: Edu Andrade/Ascom/ME
Secretario-executivo do Ministério do Trabalho, Bruno Bianco, junto ao ministro da Economia, Paulo Guedes. Foto: Edu Andrade/Ascom/ME

O Brasil fechou o mês de junho com 309 mil empregos formais a mais do que no mês anterior. Foram cerca de 1,6 milhão de contratações frente a 1,3 milhão de demissões.

O saldo do número de novos empregos nos primeiros seis meses do ano, subtraídas as demissões, é de 1,5 milhão de empregos. O número representa uma recuperação em relação ao mesmo período do ano passado, quando o saldo foi negativo, com 1,1 milhão de postos de trabalhos fechados.

” O mercado formal atinge agora, pela primeira vez desde 2015, o patamar dos 40 milhões de empregos. Estamos criando quase 1 milhão de empregos a cada 3 a 4 meses. Comércio e serviços, que foram as maiores vítimas da pandemia, agora são os que mais criam empregos”, destacou o ministro da Economia, Paulo Guedes.

O secretario-executivo do recém criado Ministério do Trabalho, Bruno Bianco, completa: “geramos 7 empregos por minuto”.

Comércio e Serviços têm recuperação

O destaque de geração de empregos foi o setor de serviços, que teve saldo positivo de 125 mil empregos em junho. Em segundo lugar está o comércio, com saldo de 72 mil empregos.

Na soma desde janeiro, o setor de serviços gerou 631 mil novas vagas de trabalho, já descontadas as demissões. A indústria gerou 340 mil e o comércio 234 mil.

O resultado ainda é impactado pelo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, que em junho garantiu o emprego de 3,5 milhão de trabalhadores.

Novos programas

O ministro Paulo Guedes também anunciou que os programas “Bônus de Inclusão Produtiva (BIP)” e o “Bônus de Incentivo à Qualificação Profissional (BIQ)” serão lançados ainda em 2021.

O BIP e o BIQ tem o objetivo de substituir o Auxílio Emergencial no suporte aos chamados “invisíveis” – os trabalhadores informais que não são beneficiários de programas de assistência governamental. A ideia é incentivar a contratação de jovens, com o pagamento de um auxílio de R$ 300 pelo governo, que seria completado com mais R$ 300 pago pela empresa.

“Queremos atingir até 2 milhões de novos empregos nas faixas que mais sofreram: os jovens que estão sem oportunidade de emprego e também não estamos na universidade. Também vamos lançar uma ideia do ministro Onyx Lorenzoni: O serviço social voluntário, permitindo a inclusão de jovens”, disse Guedes.


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