Leitura obrigatória: Passaportes voltam à fila de produção


A Casa da Moeda faz, a partir desta segunda-feira (24), uma megaoperação por tempo indeterminado para zerar a fila de 175 mil passaportes que deixaram de ser emitidos pela Polícia Federal no país.

A Casa da Moeda é uma empresa estatal responsável por imprimir o documento no país.

De acordo com o órgão, seus servidores irão “trabalhar 24 horas por dia nos sete dias da semana a partir desta segunda.” Todos os custos extras da operação serão arcados pela própria instituição.

A Casa da Moeda estima que o esforço vai pôr fim à fila de espera nas próximas cinco semanas. As entregas seguirão ordem cronológica: o solicitante que pediu primeiro, receberá o passaporte primeiro. (Folha)

Balança comercial tem melhor resultado de 2017

A venda de uma plataforma de petróleo fez com que a balança comercial apresentasse, na terceira semana de julho, o melhor resultado semanal de 2017. O superávit foi de US$ 2,203 bilhões, 23,2% acima da média da semana anterior. Com isso, o resultado mensal até o momento é um saldo positivo de US$ 4,566 bilhões.

A plataforma de extração de petróleo tem o valor de US$ 903 milhões e, apesar de entrar na conta de exportação, não chegou a sair do país. Esse instrumento é chamado de exportação “ficta” e está dentro das normas legais. Por esse mecanismo, a plataforma é comprada por subsidiários no exterior e “alugada” para utilização no Brasil. (O Globo)

Governo prepara PDV para servidores federais

Em dificuldades para fechar as contas, o governo vai lançar até o final do mês um programa de demissão voluntária (PDV) para servidores federais do Poder Executivo, segundo informou o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, ao Estadão/Broadcast. A ideia é oferecer aos interessados até 1,5 salário por ano trabalhado. Uma Medida Provisória (MP) deve ser editada entre hoje e amanhã para estabelecer as normas do programa.  A expectativa do governo, segundo Oliveira, é de uma economia de R$ 1 bilhão por ano.

O cálculo inicial do ministro é de que cerca de 5 mil servidores façam a adesão – ou seja, aproximadamente 1% do contingente de servidores. É uma quantidade parecida ao PDV lançado durante o governo Fernando Henrique Cardoso. A notícia repercutiu em outros veículos:

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