Clipping: Na ONU, Temer diz que impeachment respeitou ‘ordem constitucional’


 

Em seu discurso de abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente Michel Temer falou do processo de “depuração” política que está acontecendo no Brasil, ressaltou a independência do judiciário, a liberdade da imprensa e a atuação do Ministério Público. Defendeu a legitimidade de seu governo e disse que o processo de impeachment no Brasil respeitou a ordem constitucional.

Sobre a retomada do crescimento, Temer disse: “Temos clareza sobre o caminho a seguir: o caminho da responsabilidade fiscal e da responsabilidade social. A confiança já começa a restabelecer-se, e um horizonte mais próspero já começa a desenhar-se”.

Com relação às questões globais discutidas na ONU, criticou o nacionalismo exacerbado, a xenofobia, a demagogia e o protecionismo, principalmente na área agrícola. Também defendeu transformações no sistema internacional e a reforma no Conselho de Segurança da ONU. (Estadão)

Executivo relata propina à chapa de Dilma e Temer em 2014

Otávio Marques de Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, em seu depoimento ao TSE, afirmou que a empresa pagou R$ 1 milhão em propina à chapa da ex-presidente Dilma Rousseff e do atual presidente Michel Temer em 2014. O dinheiro teria vindo de contratos assinados com o governo federal, entre ele o da participação na construção da Usina Belo Monte. O relator das ações pede a cassação da chapa presidencial que venceu as eleições daquele ano. O advogado Flávio Caetano afirma que o depoimento “corrobora a regularidade das doações feitas à campanha de Dilma e Temer”. (Folha)

Joaquim Passarinho: projeto de anistia a caixa 2 foi tentativa de golpe

O presidente da comissão que estabelece medidas contra a corrupção, deputado Joaquim Passarinho (PSD-PA) classificou como “lamentável” a tentativa da Câmara de incluir na pauta um projeto para anistiar políticos e empresas que participaram de esquemas de caixa 2. A Câmara foi convocada para sessão com pauta específica na qual não constava o projeto da criminalização do caixa 2, não constavam os nomes dos autores da proposta ou do relator do novo parecer. A proposta foi retirada após pressão de deputados que protestaram em plenário.

A tentativa era de utilizar uma das 10 medidas de combate à corrupção, propostas pelo Ministério Público Federal (PMF), sobre criminalização do caixa 2 para anistiar políticos e empresas que se beneficiaram da prática com inclusão de emenda que eximiria a responsabilidade de quem cometesse a prática até a sanção da lei. (Estadão)

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