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Eleições municipais: MDB e DEM mostram força nas capitais – Análise Arko

O início da campanha para as eleições municipais de novembro mostra que os partidos de centro, principalmente MDB e DEM, são os mais competitivos na largada da disputa nas capitais. É o que aponta o levantamento realizado pela Arko Advice tendo por base as pesquisas de intenção de voto, de avaliação dos prefeitos e do cenário eleitoral. MDB e DEM são competitivos e têm chance de chegar ao segundo turno em oito capitais cada um (ver tabela).

PARTIDOS ONDE É COMPETITIVO
MDB Boa Vista, Cuiabá, Goiânia, Maceió, Natal, Porto Alegre, Rio Branco e Teresina
DEM Curitiba, Florianópolis, Macapá, Manaus, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Luís
PSB Macapá, Maceió, Porto Velho, Recife, Rio Branco, São Paulo e Vitória
PSDB João Pessoa, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Rio Branco e São Paulo
Podemos Manaus, Porto Velho, Recife e São Luís
PSD Belo Horizonte, Campo Grande, Goiânia
Republicanos São Paulo, Rio de Janeiro e São Luís
PP João Pessoa e Rio Branco
PROS Fortaleza e Palmas
Avante Manaus
PSL Palmas
PTB Porto Alegre
PDT Aracaju e Fortaleza
Cidadania Aracaju e Vitória
PCdoB Porto Alegre e São Luís
PT Recife e Vitória
PSOL São Paulo e Belém
PV João Pessoa
SD Fortaleza

O MDB é o favorito em Boa Vista (Arthur Henrique), Cuiabá (Emanuel Pinheiro), Natal (Álvaro Dias) e Teresina (Dr. Pessoa).

O DEM, por sua vez, larga como favorito em Curitiba (Rafael Greca), Florianópolis (Gean Loureiro), Rio de Janeiro (Eduardo Paes) e Salvador (Bruno Reis).

Outro importante partido de centro, o PSDB também mostra competitividade. Os tucanos podem chegar ao segundo turno em seis capitais. Hoje, eles podem vencer em Rio Branco (Minorou Kimpara) e São Paulo (Bruno Covas).

A força eleitoral de MDB, DEM e PSDB ajuda a explicar a aproximação entre esses três partidos visando à construção de uma alternativa de centro para a sucessão presidencial em 2022.

Outra sigla de destaque é o PSB. Os socialistas podem chegar ao segundo turno em sete capitais, podendo vencer em Maceió (João Henrique Caldas) e Recife (João Campos).

PSD e Podemos também são legendas de centro com bom potencial. O PSD é o favorito em Belo Horizonte (Alexandre Kalil) e Campo Grande (Marquinhos Trad), além de ser competitivo em Goiânia (Vanderlan Cardoso).

O Podemos, favorito em São Luís (Eduardo Braide), pode passar para o segundo turno também em Manaus (Amazonino Mendes), Porto Velho (Léo Moraes) e Recife (Patrícia Domingos).

Outra sigla com potencial é o Republicanos, que pode disputar o segundo turno nas duas maiores capitais do país: São Paulo (Celso Russomanno) e Rio de Janeiro (Marcelo Crivella).

O PP também é competitivo em duas capitais: João Pessoa (Cícero Lucena) e Rio Branco (Tião Bocalom). Já o PSL, mesmo tendo tempo de TV e fundo partidário, deve chegar ao segundo turno apenas em Palmas (Vanda Monteiro).

No campo da esquerda, assim como ocorreu em 2016, o PT deve enfrentar grandes dificuldades. Apesar da possibilidade de os petistas chegarem ao segundo turno em Recife (Marília Arraes) e até vencerem a eleição, o PT poderá ser superado pelo PSOL, que, além de ser o favorito em Belém (Edmilson Rodrigues), pode chegar ao segundo turno em São Paulo (Guilherme Boulos). O PCdoB tem fôlego para concorrer no segundo turno em Porto Alegre (Manuela D’Ávila).

O PDT, que pode alcançar o segundo turno e vencer em Aracaju (Edvaldo Nogueira) e Fortaleza (José Sarto), deve superar o PT em número de conquistas nas capitais.

*Análise Arko – Esta coluna é dedicada a notas de análise do cenário político produzidas por especialistas da Arko Advice. Tanto as avaliações como as informações exclusivas são enviadas primeiro aos assinantes. www.arkoadvice.com.br

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