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Em agosto, alta da energia elétrica eleva prévia da inflação em 0,28%

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi de 0,28% em agosto, segundo divulgado, nesta sexta-feira (25), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A inflação voltou a crescer após o recuo de 0,07% no mês de julho, motivada pela alta da energia elétrica. De janeiro a agosto, o IPCA-15 acumula alta de 3,38%. 

Em 12 meses, o IPCA-15 é de 4,24%, acima dos 3,19% registrados entre 2021 e 2022. O índice é contado a partir do 16º dia de um mês até o 15º do outro. Essa medida é uma prévia da inflação oficial (IPCA), que possui meta de 3,25% ao ano.

O valor consolidado é aferido a partir de sete categorias de consumo da população. O maior impacto foi em habitação, um dos grupos do senso, com alta de 1,08%. A energia elétrica, inserida neste segmento, apresentou crescimento de 4,59%. Curitiba foi a cidade onde a energia elétrica ficou mais cara com reajuste de 10,66%, desde 24 de junho. 

Ainda contribuíram para a alta, os grupos saúde e cuidados pessoais (0,81%), educação (0,71%) e despesas pessoais (0,60%). A principal redução foi em alimentação e bebidas, com 0,65%, em consequência da deflação em alimentação à domicílio. No grupo de vestuário também houve redução, de 0,03%. 

A maior variação regional foi em Fortaleza, com aumento de 0,73%, influenciada pela alta da gasolina e energia elétrica. A única região com índice negativo foi Belo Horizonte, onde houve queda no transporte, que impactou a redução do IPCA-15, em 0,18%.

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