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DEM e PSL aprovam fusão e bolsonaristas cobram definição sobre apoio a Bolsonaro

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Nesta quarta-feira (6/10), PSL e DEM aprovaram, em convenções nacionais, a fusão dos dois partidos. A nova sigla foi batizada como União Brasil. Logo em seguida, foi realizada a primeira convenção nacional do novo partido.

Contudo, segundo ACM Neto, presidente do Democratas, o processo de união deve se estender pelos próximos meses, uma vez que é preciso organizar os trâmites também em nível estadual.

O destaque do evento foi a participação do ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, membro do Democratas. Ele tentou incluir na pauta da reunião a definição de como o União Brasil irá se posicionar em 2022 em relação a Jair Bolsonaro.

O objetivo do ministro é de que, se o União lançar candidato próprio, que os filiados sejam liberados para apoiar Bolsonaro.

A questão é importante para parlamentares bolsonaristas do DEM e do PSL, que ameaçam deixar o partido caso a nova sigla faça oposição a Bolsonaro em 2022. Deputados ouvidos pela Arko Advice dizem que podem permanecer no novo partido com a condição de que ele não se porte como oposição ao atual presidente da República.

O pedido foi feito tanto na convenção do DEM como no evento conjunto. Contudo, o presidente do DEM, ACM Neto, e o presidente do PSL, Luciano Bivar, não acolheram os requerimentos e responderam que ainda não é momento para discutir candidatos.

Além de Lorenzoni, do Rio Grande do Sul, outra ministra do governo Bolsonaro esteve presente: Tereza Cristina (MS), ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que é filiada ao DEM.


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