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Relator do arcabouço fiscal tem indicado que bloqueio de despesas pode ser obrigatório

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O relator do projeto do novo arcabouço fiscal, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), tem indicado que bloqueio de despesas pode ser obrigatório. Cajado prometeu apresentar o texto do projeto na quarta-feira da próxima semana. Ontem, teve reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

O relator deve fazer mudanças em relação à proposta do governo. “As propostas apresentadas por mim e por nossa equipe técnica foram bem avaliadas, inclusive, pelo ministro que se prontificou a discutir com as equipes do governo as mudanças”, afirmou em nota divulgada após a reunião.

O ministro Fernando Haddad afirmou que a base do arcabouço fiscal está alinhada entre governo e Congresso, mas não negou eventual alteração na proposta durante o trâmite no Congresso.  Segundo Haddad, a espinha dorsal do projeto, que é garantir responsabilidade fiscal com flexibilidade para obter os resultados pretendidos, com trajetória das variáveis macroeconômicas bem ajustadas.

O ministro citou o horizonte de médio e longo prazos como “adequado para que os investidores se sintam confortáveis a continuar vindo para o Brasil, com mais força, eu penso que isso está alinhado”, disse. A votação deve ficar para depois de sua viagem ao Japão (reunião do G7), da próxima segunda-feira até o dia 15. Lula também tem viagem programada para a posse do rei Charles III da Inglaterra.

 

Sinais positivos

 

O ministro Fernando Haddad, disse ontem que indicadores da economia brasileira “mostram projeção de crescimento maior este ano, com câmbio controlado apesar da turbulência internacional”. Haddad também afirmou que as perspectivas para a arrecadação mostram “que é possível projetar o equilíbrio das contas no curto prazo”.

“Estamos no caminho de deixar o Brasil pronto para decolar. Aprovando a reforma tributária, o arcabouço fiscal e as reonerações, temos uma estrada pavimentada para o Brasil seguir seu rumo, com crescimento compatível com o potencial do país”, disse. O câmbio fechou a quarta-feira em queda de 1,08%, abaixo de R$ 5 (R$ 4,9919).

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