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Efeito das chuvas no RS: CBF planeja Brasileirão sem rebaixamento em 2024

As chuvas no RS afetaram diretamente a rotina de treinamentos de equipes como Grêmio, Internacional e Juventude

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Bastidores de Brasília

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) está ponderando uma proposta ousada que pode remodelar momentaneamente a configuração do Campeonato Brasileiro Série A. A sugestão envolve ampliar o número de clubes na elite do futebol brasileiro de 20 para 24 equipes em 2025. Esta iniciativa não apenas reconfiguraria a dinâmica do torneio, mas também ajudaria a mitigar os efeitos de circunstâncias adversas que alguns clubes enfrentam, como os times gaúchos, devido às enchentes. As chuvas no RS castigaram todos.

chuvas no RS

Ministro busca reestabelecer rede elétrica com plano emergencial – Foto: Ricardo Stuckert/PR

Segundo a nova proposta, não ocorreria rebaixamento ao término da temporada atual. Isso implica que os times usualmente relegados para a Série B seriam mantidos na Série A, juntamente com a adição de quatro novos times promovidos da série inferior. Essa expansão promoveria uma competição mais inclusiva, proporcionando aos clubes uma oportunidade melhor de planejamento e recuperação financeira e esportiva. Esse é um ponto crucial, especialmente após desafios significativos como as recentes enchentes no Rio Grande do Sul.

Times sofreram impactos com as chuvas no RS

A catástrofe afetou diretamente a rotina de treinamentos de equipes como Grêmio, Internacional e Juventude. Esses clubes enfrentaram dificuldades para treinar adequadamente devido aos danos e interrupções causados pelas inundações, potencialmente os colocando em desvantagem na competição.

Após a temporada expandida em 2025, a CBF planeja retornar ao formato original de 20 clubes. Isso seria realizado por meio de um processo de rebaixamento intensificado, no qual oito equipes seriam deslocadas para a Série B. Portanto, reajustando assim a quantidade de times para as temporadas subsequentes.

Essa proposta ainda está em estágio de consideração e requer uma análise aprofundada. Além disso, discussões com todos os clubes envolvidos e outras partes interessadas, como emissoras de televisão e patrocinadores, para avaliar o impacto total dessa mudança. Se aprovada, essa medida não apenas remodelaria a estrutura do torneio, mas também poderia estabelecer um precedente para lidar com futuras adversidades que impactem significativamente os clubes da Série A.

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