Na última quinta-feira (23), aconteceu a 14ª Reunião de Cúpula do Brics, grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, com a participação do Presidente da República, Jair Bolsonaro. A Cúpula de 2022 foi realizada de forma virtual, sob a presidência temporária da China. Além do presidente brasileiro, estavam presentes os presidentes Xi Jinping, da China; Matamela Cyril Ramaphosa, da África do Sul; Vladimir Putin, da Rússia; e Narendra Damodardas Modi, primeiro-ministro da Índia.

O mandatário brasileiro enfatizou a importância da união do Brics para somar esforços em busca das reformas das organizações internacionais, como o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e o Sistema das Nações Unidas, em especial o seu Conselho de Segurança.

Segundo Bolsonaro, o Brasil leva muito em consideração o BRICS, sendo um modelo de cooperação baseado em ganhos para todas as partes envolvidas e a comunidade internacional como um todo. Por essas razões, deve–se eleger, com responsabilidade, as prioridades e com transparência.

Em um cenário internacional, o Brics representa um fator de estabilidade e responsabilidade, contribuindo para a geração de emprego e renda e bem-estar para as populações dos cinco países do grupo. Bolsonaro falou que o bloco surgiu em meio a uma das mais graves crises financeiras da história, num contexto, onde a pujança das economias emergentes mostrou-se fundamental para a recuperação da economia internacional.

Na avaliação do presidente, no governo brasileiro é orientado à política externa brasileira, ao desenvolvimento socioeconômico do Brasil e dos países aliados. “É preciso ficar atento para que o exercício diplomático siga no foco do objetivo maior de produzir prosperidade e paz”, destacou.