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Diferente de outras regiões onde os palanques estaduais beneficiam claramente Lula ou Bolsonaro, na região Norte há uma disputa mais acirrada em relação a apoios competitivos.

No Acre, o governador Gladson Cameli (PP), que disputará a reeleição, será o palanque do presidente Jair Bolsonaro (PL). O palanque do ex-presidente Lula (PT) será o ex-governador Jorge Viana (PT) ou o deputado estadual Dr. Jenilson (PSB).

No Amapá, Bolsonaro está sem palanque no momento. E o de Lula deve ser o do deputado federal Lucas Abrahão (Rede), que concorrerá a governador, já que o senador Randolfe Rodrigues (Rede) desistiu de sair candidato para poder coordenar a campanha de Lula.

No Amazonas, os palanques estão indefinidos. Caso seja candidato a governador, a tendência é que o senador Eduardo Braga (MDB) seja o palanque de Lula. O governador Wilson Lima (PSC), aliado de Bolsonaro nas eleições de 2018, afastou-se do presidente. E o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) deve contar com o palanque da ex-secretária de Justiça Carol Braz (PDT).

No Pará, o governador e candidato à reeleição Helder Barbalho (MDB) será o palanque de Lula. O palanque de Bolsonaro será o senador Zequinha Marinho (PL). Em Rondônia, o governador Coronel Marcos Rocha (União Brasil) não contará com o apoio de Bolsonaro, ao contrário do que aconteceu em 2018. O palanque do presidente será o senador Marcos Rogério (União Brasil), que deve se filiar ao PL. Em Roraima, o governador e candidato à reeleição Antonio Denarium (PP) será o palanque de Bolsonaro. Lula contará com o apoio da ex-prefeita de Boa Vista Teresa Surita (MDB).

Em Tocantins, o governador Mauro Cerlesse (Sem partido) renunciou ao cargo no dia 11 de março. Seu vice, Wanderley Barbosa (Republicanos), assumiu o posto e poderá ser o palanque de Bolsonaro no estado. O de Lula deve ser o ex-prefeito de Porto Nacional (TO) Paulo Mourão (PT). E o ex-deputado federal Ronaldo Dimas (Podemos) tende a ser o palanque do ex-ministro Sergio Moro (Podemos).