Wilson Dias/Agência Brasil

O Senado tenta votar projetos relacionados aos combustíveis. Na CCJ do Senado, o relator da reforma tributária, Roberto Rocha (PSDB-MA), apresenta seu parecer. Edson Fachin assume o comando do TSE. Duas novas pesquisas sobre sucessão presidencial serão divulgadas. Veja os principais itens da agenda a seguir.

 

Agenda política dessa semana

Nesta semana, o governo deve anunciar o nome do novo líder do governo Senado, cargo vago desde dezembro.

Segunda-feira (21/02)
• Divulgação de pesquisa CNT/MDA sobre avaliação do governo e sucessão presidencial.

Terça-feira (22/02)
• O presidente Jair Bolsonaro (PL) e os pré-candidatos ao Palácio do Planalto Ciro Gomes (PDT), João Doria (PSDB) e Sergio Moro (Podemos) participam de evento on line organizado pelo BTG Pactual nesta terça e quarta-feira.
• O Senado pode votar PLP 11/20, que trata do ICMS, e o PL 1472/21, que cria Fundo de Estabilização dos preços de combustíveis e institui imposto de exportação sobre o petróleo bruto.
• O senador Roberto Rocha (PSDB-MA), relator da Reforma Tributária, apresenta seu parecer na Comissão de
Constituição e Justiça.
• A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado pode votar projeto que regulamenta criptomoedas.
• O ministro Edson Fachin assume a presidência do Tribunal Superior Eleitoral em substituição ao ministro Luís
Roberto Barroso.
• Assembleia Geral Extraordinária da Eletrobras para analisar desestatização da Eletrobras.

Quarta-feira (23/02)
• Prevista divulgação de pesquisa Futura/Banco Modal sobre avaliação do governo e sucessão presidencial.

Quinta-feira (24/02)
O presidente Jair Bolsonaro promove live, às 19h, para o seu balanço da semana.
• O Tesouro Nacional divulga o resultado das contas do governo central de janeiro.
Funcionário do Banco Central fazem mobilização por reajuste salarial

Sexta-feira (25/02)
• O Banco Central divulga o resultado das contas do setor público consolidado de janeiro.
• O Supremo Tribunal Federal julga, por meio do plenário virtual, permissão para que aposentados usem todas as suas contribuições previdenciárias, inclusive as recolhidas antes da instituição do Plano Real em 1994, para recalcular os valores dos benefícios (revisão da vida toda).