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Na última segunda-feira (7), ocorreu o Fórum de Altos Executivos Brasil – Estados Unidos (Fórum de CEOs), de maneira remota, contando com a participação do setor privado e de autoridades federais dos dois países. A 12ª Reunião Plenária do Fórum de CEOs deve ocorrer ainda no primeiro semestre de 2022, em Washington, D.C.

O Fórum de CEOs Brasil-EUA, foi criado em 2007, reunindo líderes empresariais do Brasil e dos EUA (até 12 de cada país), ademais de representantes governamentais, que se reúnem periodicamente com a missão de formular e apresentar recomendações conjuntas visando ao incremento do comércio e dos investimentos bilaterais.

Marco Stefanini e Mauro Gregorio, co-presidentes do setor privado, expuseram as Recomendações Conjuntas de 2022 para os representantes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos. A exibição seguiu um plano técnico entre representantes das duas nações e das empresas membros do Fórum de CEOs.

O encontro organizado pelo Departamento de Comércio dos Estados Unidos contou com a participação do secretário especial de Relacionamento Externo da Casa Civil, André Odenbreit, e do secretário especial adjunto de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, João Rossi. Melhorias em áreas como energia, tecnologia e comunicações, saúde, educação e projetos de infraestrutura, desenvolvimento sustentável, facilitação de comércio, cooperação regulatória e tributação, foram as bases discutidas na reunião.

A entrada do Brasil no programa Global Entry, mantido pela Autoridade de Aduanas e Proteção de Fronteiras dos EUA, foi um dos pontos chaves do encontro, pois permite que viajantes pré-aprovados possam ter ingresso imigratório facilitado e automatizado nos EUA. Essa ocorrência foi comemorada pelas empresas integrantes do Fórum como medida que deve trazer ainda mais dinamismo à relação econômica bilateral.

Os participantes da reunião também celebraram o convite para o Brasil dar início ao processo formal de ingresso na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), juntamente da entrada em vigor internacional do Protocolo sobre Regras Comerciais e Transparência entre Brasil e Estados Unidos, pois oferece ainda mais dinamismo à relação econômica bilateral.