Energia: MME autoriza importação e exportação da Argentina e Uruguai
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Diário Oficial de quinta-feira passada publicou uma resolução do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (Resolução nº 215/21) que recomenda ao presidente da República a qualificação no programa de dois leilões de transmissão de energia marcados para este ano.

O primeiro, previsto para 30 de junho, será o segundo maior do gênero (apenas superado por um certame de 2018 que tinha previsão de investimentos de R$ 14 bilhões). O leilão deste ano prevê investimentos de R$ 9,5 bilhões com linhas em 13 estados e geração de mais de 22 mil empregos.

Dos R$ 9,5 bihões de investimentos previstos, R$ 7,3 bilhões vão se concentrar em Minas Gerais, para assegurar o escoamento da energia gerada por fontes renováveis e a expansão da capacidade de transmissão no norte do estado.

No total, serão implantados 4.545 quilômetros de linhas de transmissão abrangendo Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

Está prevista para maio a realização de um workshop pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para esclarecimentos sobre o certame. As obras devem ser realizadas entre 42 e 60 meses, e o contrato terá duração de 30 anos.

O segundo leilão de transmissão de energia deste ano, cujo edital será publicado em novembro, contará com 705 quilômetros de linhas de transmissão e investimentos de R$ 1,3 bilhão abrangendo Rondônia, Minas Gerais, Espírito Santo, Pará, Maranhão e Rio de Janeiro. Em 2001, o Brasil tinha 70 mil quilômetros de linhas de transmissão de energia. Hoje, aproxima-se dos 170 mil quilômetros.


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