Da esquerda para a direita: Bruno Araújo (presidente nacional do PSDB), João Doria (governador de São Paulo e pré-candidato pelo PSDB), Simone Tebet (senadora e pré-candidata pelo MDB) e Baleia Rossi (deputado e presidente do MDB). Foto: PSDB/Divulgação

A pré-candidata à Presidência da República, Simone Tebet (MDB), passou a semana em uma série de reuniões com os concorrentes na disputa. Na quinta-feira (16), se encontrou com João Doria (PSDB) e hoje (17) com Felipe D’Ávila (Novo). Na quarta-feira (15) teve uma conversa com o presidente nacional do PSL e futuro presidente do União Brasil (UB), Luciano Bivar. Ela também disse que vai procurar diálogo com o ex-ministro Sérgio Moro.

O objetivo de Tebet é construir um acordo entre todos os nomes da dita terceira via para unificar as candidaturas. Segundo ela, a ideia é costurar uma união entre março e abril. “A partir de fevereiro o eleitor vai virar os olhos para a política eleitoral. No momento certo, será analisado o índice de crescimento, a alta ou baixa rejeição dos candidatos”, disse.

Tebet também afirmou que não acredita que algum dos pré-candidatos de centro vá “bater na mesa” e seguir com a candidatura mesmo com desempenho ruim nas pesquisas. “Estamos todos em uma mesma corrente. Se não tivermos essa capacidade de convergência, morreremos todos afogados”, declarou.

Apesar da capacidade de articulação de Simone Tebet, resta saber como se dará a negociação que, pelo número de pré-candidatos, não deve ser facilmente equacionada.


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  • Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB). Tem passagem como repórter pelo Correio Braziliense, Rádio CBN e Brasil61.com. No site O Brasilianista cobre economia e política.