Imagem: Banco Central

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou na sexta-feira (1/10), em evento virtual promovido pelo Morgan Stanley, que o aumento das fraudes no Pix está relacionado com a reabertura da economia mais do que com as regras aplicadas ao sistema de pagamentos instantâneos. 

Campos Neto ressaltou que o BC promoveu mudanças no Pix em agosto para evitar fraudes e outros crimes, e que o sistema de pagamentos instantâneo teve evolução rápida no país, com 100 milhões de pessoas e quase 7 milhões de empresas participantes. A avaliação foi feita um dia após o BC registrar o primeiro caso de vazamento de chaves Pix. 

Uma falha no sistema do Banco do Estado de Sergipe (Banese) levou à exposição de 395 mil informações de não correntistas da instituição. O banco informou que sua área técnica detectou consultas indevidas a dados exclusivamente do tipo telefone. Segundo a instituição, os dados foram conseguidos a partir de duas contas bancárias de clientes do Banese.

Na terça-feira (28), o BC publicou norma que permite que o banco retenha uma operação suspeita de fraude por até 72 horas, medida que passa a valer em 16 de novembro. As mudanças fazem parte das que foram anunciadas em 27 de agosto após pressão dos bancos diante da explosão de fraudes, sequestros e outros crimes envolvendo o Pix.


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