Foto: ROBERTO CASIMIRO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Na manhã desta quarta-feira (15), seis partidos que formam oposição ao Governo reuniram-se para discutir estratégias conjuntas de resposta às declarações antidemocráticas do presidente Jair Bolsonaro no dia 7 de setembro.

A bancada da Minoria, formada por PT, PDT, PSB, PSOL, PCdoB e REDE, quer apresentar um novo pedido de impeachment. Além disso, foram convocados novos atos para os dias 2 de outubro e 15 de novembro. Com participação dos partidos já citados e de dirigentes do PV, Cidadania e Solidariedade.

“Duas datas de extrema importância de mobilização contra a extrema direita e o Bolsonarismo que está destruindo a democracia e soberania do nosso país”, afirmou o deputado federal Bohn Gass, líder da bancada do PT na Câmara dos Deputados. Segundo o Bohn Gass os atos devem contar com a presença de movimentos sociais e sindicatos para defender a democracia e pautas como o desemprego e a alta de preço dos combustíveis.

No dia 12 de setembro, os atos convocados pelo MBL contra o governo tiveram baixa adesão. Na Avenida Paulista, por volta de 7 mil pessoas entoavam gritos de “Fora Bolsonaro” e “Fora Lula”. Para o MBL, responsável por organizar os atos, parte da baixa adesão deve-se ao fato do PT não ter incentivado a participação nos atos.