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Presidente da Câmara afirmou que não acredita em nenhum tipo de ruptura democrática

Para Lira, é importante apaziguar os ânimos e não ultrapassar os limites constitucionais

Dep. Arthur Lira (PP-AL). Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou não acreditar em nenhum tipo de ruptura democrática. Segundo ele, para que haja mais estabilidade institucional e menos desgastes com assuntos que não interessam à sociedade, é preciso uma autocontenção dos governantes.

“Espero que nãos gastemos energia administrando problemas que não têm importância na vida do brasileiro. O brasileiro comum está preocupado com a inflação, com a energia, com a alimentação. O salário mínimo foi consumido pela pandemia e temos que focar na recuperação da economia e, socialmente, para o carente”, disse ao Globonews na última terça-feira (24).

Lira afirmou também que os militares não apoiam rupturas e que, neste momento, é importante apaziguar os ânimos e não ultrapassar os limites constitucionais. “Não teremos nenhum tipo de ruptura, os militares são conscientes que são protetores da Nação e não de qualquer projeto. Temos que ter autocontenção, temos feito muitas conversas e nossa função exige isso”, afirmou.

Fundo eleitoral

Arthur Lira defendeu o fundo eleitoral para financiar as eleições do ano que vem. Objeto de polêmica, o fundo poderia chegar a mais de R$ 5 bilhões. Segundo o presidente da Câmara, é preciso financiar a democracia no Brasil. Ele explicou que esses recursos não são oriundos da educação, da saúde ou da segurança pública.

O presidente disse que é preciso evitar que o sistema político venha a ser financiado pelo tráfico, por milícias, por centros religiosos ou por outsiders. E questionou quanto custa a democracia no Brasil.


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Autor

  • Graduanda em Jornalismo pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Tem passagem como repórter pelo Jornal de Brasília, Correio Braziliense e Brazilian Press. Como produtora atuou no SBT Brasília. No O Brasilianista cobre economia e política.