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Após reformas, Aeroporto de Campo Grande poderá receber 4,5 milhões de passageiros por ano

Capacidade antes da reforma era de 2,5 milhões de passageiros/ano

Após reformas, Aeroporto de Campo Grande poderá receber 4,5 milhões de passageiros por ano
Crédito: Ricardo Botelho/MInfra

O Aeroporto de Campo Grande passou por uma reformulação e teve sua sala de embarque ampliada em 178% e a capacidade de passageiros em 80%. Segundo o governo federal, ente que disponibilizou os recursos para as obras, as mudanças permitirão que o aeroporto receba cerca de 4,5 milhões/ano, ante à capacidade anterior de 2,5 milhões/ano. As renovações foram entregues pelo ministro da Infraestutura, Tarcísio Gomes de Freitas, na última segunda-feira (9).

“Desde 2019, o governo federal já aplicou mais de R$ 1,4 bilhão na aviação regional com recursos públicos do Fundo Nacional de Aviação Civil [Fnac]. Só no primeiro semestre deste ano, foram R$ 130 milhões”, afirmou o ministro, ao destacar que as melhorias no terminal de passageiros de Campo Grande foram realizadas com R$ 39,9 milhões, proveniente do Fnac, dinheiro público.

O aeródromo de Campo Grande passou ainda por renovação das pistas de taxiamento, do pátio de aeronaves e do acesso viário ao terminal aeroportuário, além da recuperação e do nivelamento da faixa preparada da pista de pouso, com implantação de RESAS (áreas de escape), e da recuperação do sistema de drenagem. Todas as obras, segundo o governo, atenderam o componente ambiental.

A Infraero foi a responsável pela execução dos trabalhos: seu presidente, brigadeiro Paes de Barros, e o diretor de Operações, brigadeiro do ar André Luiz Fonseca e Silva, acompanharam o ministro na vistoria às intervenções, que contou ainda com participação do diretor de Investimentos da Secretaria Nacional de Aviação Civil, Eduardo Bernardi. O antigo terminal de passageiros da capital sul-matogrossense segue em reforma até setembro.


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Autor

  • Pedro é estudante de jornalismo da Faculdade Cásper Líbero, São Paulo, e participou da fundação da CNN no Brasil, trabalhando por um ano na emissora. Atualmente, direto da capital federal, cobre política e economia em O Brasilianista e na Arko Advice.