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CPI: quebra de sigilo bancário da Jovem Pan pode não ser votado

Membros da CPI avaliam que requerimento foi um equívoco

Senadores Humberto Costa (PT-PE), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e Renan Calheiros (MDB-AL) na CPI da Pandemia. Foto: Pedro França/Agência Senado

A CPI da Pandemia volta a funcionar amanhã (03). Além da oitiva do reverendo Amilton Gomes de Paula, que teria atuado como intermediário da Davati com o Ministério da Saúde, uma série de requerimentos está na pauta.

Pode ser votado, por exemplo, o pedido de quebra de sigilo do líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR) e do deputado Luis Miranda (DEM-DF). Também está na lista o pedido da quebra de sigilo bancário da rádio Jovem Pan.

Contudo, membros da CPI ouvidos pela Arko avaliam que o pedido contra a empresa foi um equívoco. A avaliação dos senadores é de que não há motivo para quebrar o sigilo de um órgão de imprensa, ação que abriria margem para questionamentos. É discutido como se resolver essa questão, seja pela retirada do requerimento ou por simplesmente não colocá-lo em votação.