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A força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro funcionará até abril deste ano. O Ministério Público Federal do estado (MPF-RJ) pretende criar o primeiro Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em seu lugar. A força-tarefa existe há quatro anos e meio.

A criação do Gaeco se dá por entender que as investigações em andamento, principalmente as derivadas da Operação Tris In Iden (que levou ao afastamento de Wilson Witzel do governo do Rio), não podem parar. O atual coordenador da Lava Jato no Rio, procurador da República Eduardo El Hage, anunciou para os colegas que pretende se candidatar ao cargo de coordenação do Grupo de Atuação Especial.

Espera-se que o Gaeco possua pelo pelos seis procuradores da República. Atualmente, a força-tarefa possui oito. Os momentos do Grupo terão mandato de dois anos, prorrogáveis. Já existem grupos deste tipo em Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pará e Amazonas. As informações são do jornal O Globo.