Foto: Aly Song/Reuters

Na última semana, o governo chinês identificou um surto do novo coronavírus entre centenas de funcionários de uma unidade de processamento que pertence à alemã Toennies. A empresa paralisou suas atividades no dia 17, após cerca de 400 funcionários testarem positivo para o vírus. Além disso, o mercado atacadista de Xinfadi, em Pequim também protagonizou um surto de infecções na semana passada.

Os dois episódios levaram o governo chinês a reforçar as inspeções de carnes importadas, suspendendo as importações de carne suína provenientes da unidade de processamento alemã, Toennies, e importações da unidade processadora norte-americana de carnes, Tyson Inc, localizada em Arkansas (EUA), e que foi atingida pelo coronavírus recentemente.

Na última sexta-feira (20), a China pediu a exportadores de alimentos que assinassem uma declaração de que seus produtos não estão contaminados pelo vírus. As suspensões de importações das unidades da Toennies e da Tysson Inc podem indicar um risco para outros exportadores, como o Brasil.