Foto: Fabrice Coffrini/AFP

A avaliação geral sobre a participação do Brasil no Fórum Econômico de Davos, na Suíça, foi positiva. O ministro da Economia, Paulo Guedes, reforçou durante o evento, ocorrido entre os dias 21 e 24 de janeiro, o compromisso do país de prosseguir com as reformas estruturais. A empresários e investidores, disse que neste governo haverá reformas até o seu último dia.

A mensagem sobre a Reforma Tributária foi de otimismo em relação à sua aprovação ainda em 2020, ainda que seja alta a possibilidade de o texto só ser finalizado em 2021. O assunto será discutido por uma Comissão Mista a ser criada em fevereiro no Congresso. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), espera que a Casa conclua a votação da matéria até meados do ano.

Guedes citou medidas como a Reforma da Previdência, a redução do pagamento de juros da dívida e a possibilidade de congelamento dos salários no setor público (ainda em discussão no Congresso) como as principais ações que estão sendo adotadas pelo governo para controlar a despesa pública.

Durante o Fórum, foi apresentada aos investidores a carteira de privatizações e concessões do governo. Para 2020, Guedes prometeu, além das reformas estruturais e de mais privatizações, a abertura comercial e tecnológica do Brasil.

Na semana do Fórum e diante da importância que o evento daria à questão ambiental – a Amazônia foi destaque em painel do evento –, foi oportuna a decisão de Bolsonaro de criar o Conselho da Amazônia. O objetivo do colegiado é coordenar as diversas ações em cada ministério voltadas para a proteção, a defesa e o desenvolvimento sustentável da Amazônia.

A responsabilidade de coordenação do conselho ficará com o vice-presidente da República, Hamilton Mourão. O governo também informou que será criada uma Força Nacional Ambiental, em articulação com os estados da região, destinada a combater o desmatamento, entre outros crimes ambientais.

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