Foto: Alexandre Carvalho/A2img

Na última quarta-feira (4), foi eleito o desembargador Mairan Gonçalves Maia Junior foi para a Presidência do Tribunal Regional da 3ª Região (SP e MS) no biênio 2020-22. A vice-presidente será a desembargadora Consuelo Yoshida e a desembargadora Marisa Santos, a corregedora. A nova gestão terá início em março de 2020.

Professor Livre-Docente em Direito Civil pela PUC (SP), Maia é doutor em Direito Civil (2008) e mestre em Direito, na área das Relações Sociais (1991), também pela universidade católica. Desembargador federal do TRF-3 há 19 anos, é formado em Direito pela Universidade Federal do Ceará (1987), e em Administração de Empresas pela Universidade Estadual do Ceará (1987). Já foi juiz estadual em São Paulo e advogado.

TJ-SP

O desembargador Geraldo Pinheiro Franco, atual corregedor-geral da Justiça, foi eleito, em primeiro turno, o novo presidente pelo biênio 2020-2021 do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), o maior tribunal do país. Foram 218 votos, contra 131 de Artur Marques, atual vice-presidente do tribunal, e quatro de Carlos Abrão.

Nascido em São Paulo, Franco é formado em Direito pela USP (1979) e ingressou na magistratura em 1981. Desde 2001, atua no TJ-SP, onde já presidiu a Seção de Direito Criminal no biênio 2014-2015. Um tio, o pai e um irmão também foram juízes do tribunal. Realizou, como corregedor, mais de 700 visitas às serventias judiciais e extrajudiciais ao longo de 2018, inclusive remotamente. Em sua gestão, foi implantado o depoimento especial de menores e os mandados eletrônicos.

TJ-BA

Já o desembargador Lourival Almeida Trindade foi eleito, em segundo turno, o presidente da Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) no biênio 2020/2022. Foram 28 votos, contra 27 de Cynthia Maria Pina Resende.

Também foram eleitos como corregedor-geral da Justiça e corregedor das comarcas do Interior, respectivamente, os desembargadores José Alfredo Cerqueira da Silva e Osvaldo de Almeida Bomfim. No dia 3 de fevereiro de 2020, os eleitos assumem a Mesa Diretora do TJ-BA por dois anos, sem direito a reeleição.