Com os olhos em 2018 e o ânimo ganho após a vitória contra a denúncia da PGR no Plenário da Câmara, o presidente Michel temer volta a procurar fortalecer alianças, principalmente com o PSDB que continua dividido no que tange o apoio ao governo e sua agenda de reformas.

Ao participar nesta segunda-feira na prefeitura de São Paulo do ato de cessão de uma área da União para o município, o presidente Michel Temer disse que “é inadmissível que brasileiros se joguem contra brasileiros”. Ao lado do prefeito João Doria (PSDB), chamado de “parceiro e companheiro”, o presidente classificou o evento como um “fenômeno de conciliação”, após o racha dos tucanos na votação da semana passada.

Ao lado do ‘companheiro’ Doria, Temer prega unidade após vitória no Congresso. https://t.co/s4K0HrP4Gi pic.twitter.com/UfqiSE9H4Z

No entanto, a ala que prega o desembarque tucano possui nomes de peso como o governador Geraldo Alckmin, padrinho político de Doria, que pode ser ultrapassado pelo afilhado na corrida presidencial. Sua ausência no lançamento do Parque Campo de Marte foi justificada como um choque de agendas, mas para intérpretes mais sensíveis Alckmin esnobou Temer e se opôs à uma possível pré-candidatura de Doria. Segundo ele o tema de quem sairá candidato não está em discussão no partido.  

Gilmar x Janot

Em mais um capítulo da tensa relação entre o STF e o MPF, o ministro do STF, Gilmar Mendes, teceu duras críticas ao procurador geral da República Rodrigo Janot. Questionado acerca da competência do Procurador geral, disse:

“Quanto ao Janot, eu o considero o procurador-geral mais desqualificado que já passou pela história da Procuradoria. Ele não tem preparo jurídico nem emocional para dirigir um órgão dessa importância.”

Com informações do Estadão, O Globo e GloboNews.