terça-feira, 24 novembro, 2020
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Do editorial

Aos trancos e barrancos

O setor de energia anda aos trancos e barrancos. A política continua sob a égide da “desorientação energética”, iniciada no segundo governo Lula e aprofundada no governo Dilma.

Vai sobrar para os pobres

O problema central, como venho dizendo há muito, é que cerca de 75% do gasto federal é composto de pagamentos diretos a pessoas.

Blindando o futuro e reparando o passado

Em agosto, a Lei n.º 9.478, conhecida como Lei do Petróleo, completou 18 anos. A data da "maioridade" é propícia para analisarmos o que funcionou e o que não funcionou e propor soluções.

Futuro incerto do governo Dilma

Cinco variáveis poderão decidir o futuro da presidente Dilma Rousseff nos próximos meses: 1) reforma ministerial e administrativa; 2) corte de gastos e aumento de impostos; 3) decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as contas do governo no ano passado; 4) desdobramentos da Operação Lava Jato; e 5) convenção do PMDB para decidir a relação do partido com o governo.

Sinais da decadência

Muitas civilizações e muitos países entraram em processo de decadência irreversível. Foram capturados por uma espiral descendente e não tiveram condições de sair dela. O Egito Antigo e a Grécia são exemplos clássicos. A Espanha de hoje é uma sombra da potência mundial que já foi. O Reino Unido, onde o sol nunca se punha, deixou de ser o que era. Todos foram e deixaram de ser, ainda que com graus variados de fracasso e decadência. Alguns, como o Reino Unido, se adaptaram aos novos tempos. Outros nem tanto, como a Espanha. A Grécia vive do passado.

Essa conta é do PT

Não faz muito tempo, após o impeachment de Collor, o País vivia o day after em busca do que fazer com a hiperinflação que ainda campeava. Depois de várias tentativas fracassadas, as forças políticas batiam cabeça em busca de um novo arranjo de poder, sob o qual se alvejasse de verdade o problema da hiperinflação, trazendo novo alento à população.

“Torço para que não nos convertamos na Grécia do Sul”, diz Everardo Maciel

Everardo Maciel tornou-se secretário da Fazenda aos 32 anos, em Pernambuco. Antes, aos 25 anos, fora Superintendente do Conselho de Desenvolvimento de Pernambuco e a partir daí construiu uma carreira na área pública.

Reforma política e eleições municipais

O fim da reeleição para mandatos executivos e a inclusão na Constituição de regras de financiamento de campanha foram as principais mudanças.

Perversões reformistas

Não constitui surpresa a magnitude da crise fiscal brasileira. O que impressiona é a inépcia diante da crise, somente superada por soluções pífias e práticas contraditórias.

À espera de um milagre

O gasto público corrente tomou conta do Produto Interno Bruto (PIB). Enquanto se discutem novas medidas para aumentar a arrecadação, perde-se a noção de que a característica mais marcante da evolução recente da economia brasileira é o brutal crescimento do gasto público.

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