segunda-feira, 23 maio, 2022
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Do editorial

Agenda política do dia

Agenda política do dia

Economia brasileira recuou 1,4% no terceiro trimestre, diz Banco Central

No terceiro semestre a economia brasileira recuou 1,41%, de acordo com Banco Central (BC).

PERSONAGENS DA SEMANA: aos poucos, Wagner ganha pontos

Finalmente o governo obteve algumas vitórias políticas importantes, que fizeram a agenda legislativa andar algumas casas no jogo. Embora ainda faltem muitas etapas para serem conquistadas, foi um passo importante. A seguir, a semana de Jaques Wagner, Lula, Eunício de Oliveira, Cunha e Levy:

Agenda no Legislativo avança

Ainda em situação de grande fragilidade, o governo consegue avançar em sua agenda no Legislativo. Não na velocidade desejada pelo Planalto, mas algumas prioridades estão andando.

‘Denúncia espontânea’ à Receita é nova estratégia de Cunha

Os advogados do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), irão procurar a RF para tentar normalizar a condição fiscal de Cláudia.

Câmara aprova repatriação de dinheiro irregular no exterior

O Plenário da Câmara aprovou o programa que permite a repatriação ou regularização de recursos enviados ao exterior sem declaração à Receita Federal.

Anos de tormenta

A difícil situação econômica que vivemos hoje tem pelo menos um ponto em comum com a fase de transição entre o segundo governo FHC e o primeiro de Lula. Trata-se da projeção de subida sistemática da razão dívida pública/PIB nos anos à frente.

Feliz ano velho

Existem anos que demoram a acabar. Outros acabam ou começam cedo demais. 2015 é um ano que já acabou. Burocraticamente, os acontecimentos vão se suceder para que no dia 31 de dezembro se confirme o novo ano. Fora do calendário, 2016 já começou, impulsionado pelos temas e desdobramentos de 2014, pelas decisões e indecisões deste ano e pelo que ficará pendente.

“Supremacia do Estado sobre a sociedade é evidente”, diz Murillo de Aragão

"Supremacia do Estado sobre a sociedade é evidente", diz Murillo de Aragão

Indesejável risco político nas concessões

O governo reagiu ao documento com propostas econômicas do PMDB anunciando que tem uma “agenda de estímulo ao desenvolvimento” em parceria com o setor privado, especialmente na área de transportes. Estava se referindo à segunda versão do Programa de Investimentos em Logística (PIL).

Um roteiro de reforma tributária

Novos governos, mesmo nos casos de reeleição, estimulam expectativas de reformas. Afinal, os candidatos se apresentam sempre como paladinos de mudanças. Reformas costumam trafegar no território das falsas construções.

Sobre jabuticabas e clichês

“Tudo aquilo que só existe no Brasil, e não é jabuticaba, é bobagem”, por exemplo, é tão somente uma frase bem-humorada. Há jabuticabas em outros países e além delas existe, no Brasil, algo mais a ser admirado.

Um precioso tempo perdido

Passado um ano da reeleição de Dilma Rousseff, o que dizer do tempo decorrido? Que foi um ano perdido, simplesmente. Nada do que se fez deixou de ser uma sucessão inacreditável de erros. Pouco se caminhou na direção do resgaste da dinâmica econômica do crescimento.

Aos trancos e barrancos

O setor de energia anda aos trancos e barrancos. A política continua sob a égide da “desorientação energética”, iniciada no segundo governo Lula e aprofundada no governo Dilma.

Vai sobrar para os pobres

O problema central, como venho dizendo há muito, é que cerca de 75% do gasto federal é composto de pagamentos diretos a pessoas.

Blindando o futuro e reparando o passado

Em agosto, a Lei n.º 9.478, conhecida como Lei do Petróleo, completou 18 anos. A data da "maioridade" é propícia para analisarmos o que funcionou e o que não funcionou e propor soluções.

Futuro incerto do governo Dilma

Cinco variáveis poderão decidir o futuro da presidente Dilma Rousseff nos próximos meses: 1) reforma ministerial e administrativa; 2) corte de gastos e aumento de impostos; 3) decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as contas do governo no ano passado; 4) desdobramentos da Operação Lava Jato; e 5) convenção do PMDB para decidir a relação do partido com o governo.

Sinais da decadência

Muitas civilizações e muitos países entraram em processo de decadência irreversível. Foram capturados por uma espiral descendente e não tiveram condições de sair dela. O Egito Antigo e a Grécia são exemplos clássicos. A Espanha de hoje é uma sombra da potência mundial que já foi. O Reino Unido, onde o sol nunca se punha, deixou de ser o que era. Todos foram e deixaram de ser, ainda que com graus variados de fracasso e decadência. Alguns, como o Reino Unido, se adaptaram aos novos tempos. Outros nem tanto, como a Espanha. A Grécia vive do passado.

Essa conta é do PT

Não faz muito tempo, após o impeachment de Collor, o País vivia o day after em busca do que fazer com a hiperinflação que ainda campeava. Depois de várias tentativas fracassadas, as forças políticas batiam cabeça em busca de um novo arranjo de poder, sob o qual se alvejasse de verdade o problema da hiperinflação, trazendo novo alento à população.

“Torço para que não nos convertamos na Grécia do Sul”, diz Everardo Maciel

Everardo Maciel tornou-se secretário da Fazenda aos 32 anos, em Pernambuco. Antes, aos 25 anos, fora Superintendente do Conselho de Desenvolvimento de Pernambuco e a partir daí construiu uma carreira na área pública.

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