O presidente da República, Jair Bolsonaro, participa do hasteamento da bandeira, no Palácio da Alvorada, em comemoração ao Dia do Diplomata.

O presidente Jair Bolsonaro, em evento nesta quinta-feira (26), fez críticas ao projeto de lei que limita o ICMS sobre energia e combustíveis, aprovado ontem na Câmara. O incômodo do presidente é com o dispositivo do projeto que obriga a União a compensar a queda de arrecadação dos estados, caso seja maior do que 5%. Segundo ele, a Câmara aprovou um subsídio para os combustíveis.

Jair Bolsonaro também voltou a dizer que não vai interferir na Petrobras, mas que demandou ser informado sobre a composição dos preços praticados. “Não vou interferir na Petrobras, porque o PT já fez isso no passado e a Petrobras se endividou em R$ 900 bilhões. […] Eu mandei levantar o que é PPI de verdade. Eu queria saber se nossas refinarias estavam trabalhando em sua capacidade máxima. Sou eu o maior acionista”, declarou.

Sobre o reajuste dos servidores, Bolsonaro avaliou que a tendência é que seja proposto um reajuste linear de 5%. “O que está na mesa é 5% para todo mundo e isonomia do topo da PRF com o topo dos agentes da PF e o pessoal do Depen também. Mas a tendência é 5% para todo mundo”, afirmou.

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  • Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB). Tem passagem como repórter pelo Correio Braziliense, Rádio CBN e Brasil61.com. No site O Brasilianista cobre economia e política.