Foto: Alberto Ruy/MInfra

O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, registrou o segundo pior desempenho no mundo em 2021, segundo o ranking da agência de classificação de risco Austin Rating, encomendado pelo portal G1. No levantamento feito com 78 países, a bolsa brasileira fica atrás apenas da bolsa da Venezuela.

Na contramão da tendência global, entre os índices analisados, apenas 9 acumularam perdas no ano. Tanto entre países desenvolvidos como emergentes. Nos Estados Unidos, o Dow Jones acumulou alta de 12,67% até novembro, e o índice Nasdaq um avanço de 20,56%. Na parcial do ano, os melhores desempenhos são das bolsas da Mongólia e do Zimbabué, com saltos de 104% e 305%, respectivamente. A Argentina também figurou entre as bolsas com melhor desempenho em 2021.

A mediana das variações das bolsas do mundo nos 11 primeiros meses do ano foi de uma uma alta de 13,6%, enquanto que a bolsa brasileira teve uma baixa de 14,4%, atrás somente do IBC da Venezuela (-99,5%), cujo país se encontra há anos num quadro de hiperinflação.

O Ibovespa registrou em novembro o quinto mês seguido de baixa. Na quinta-feira, o índice fechou em alta de 3,66%, aos 104.466 pontos, recuperando uma pequena parte dessas perdas, e passando a acumular queda de 12,23% no ano.


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