O presidente da República, Jair Bolsonaro, promulgou, na quarta-feira (9), a Convenção entre a Confederação Suíça e a República Federativa do Brasil para Eliminar a Dupla Tributação em Relação aos Tributos sobre a Renda e Prevenir a Evasão e a Elisão Fiscais e o seu Protocolo, assinados, em Brasília, em 3 de maio de 2018.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nesta quinta-feira (11/11), o presidente Jair Bolsonaro declarou que o governo resolveu prorrogar a desoneração da folha de pagamentos por mais dois anos, até 2024. O benefício acabaria em dezembro deste ano. Na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, está sendo discutido projeto propondo a prorrogação até 2026.

Em entrevista para a Arko Advice, o relator do PL da desoneração da folha de pagamentos, o deputado Marcelo Freitas (PSL-MG), afirma que o projeto é responsável pela garantia de empregos no país. Se não fosse prorrogado, para Freitas, nem o Auxílio Brasil poderia ajudar na economia do país em 2022.

“Não se trata ainda de fazermos uma das escolhas: ou o assistencialismo ou a geração de empregos”, disse Freitas. “Mas se tivermos que fazer a escolha, ao nosso sentir, a que mais gera um impacto na sociedade brasileira é a geração de emprego. Então, se nós tivermos milhões de desempregados a mais ano que vem, não há benefício assistencial que dê jeito nisso”, concluiu.