Ricardo Barros banca por conta própria PL de isenção fiscal a biocombustíveis  
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na manhã desta quinta-feira (4) o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), respondeu às críticas sobre o governo ter vinculado a liberação de emendas parlamentares à votação a favor da PEC dos Precatórios.

“As emendas já foram indicadas por todos nós parlamentares, inclusive da oposição porque elas são impositivas e isso também exerce o início do ano. O governo está processando essas emendas agora e vai continuar tendo que executá-las porque elas são impositivas e têm que ser pagas”, disse.

O deputado disse ainda que espera que na próxima semana, quando deve ocorrer a votação em segundo turno, haja ampliação de votos e entendimento dos deputados sobre a importância da aprovação da PEC dos Precatórios para a viabilização do Auxílio Brasil. 

Orçamento 

Questionado sobre o valor que deve ser destinado ao Auxílio Brasil, o deputado disse que depende do que for decidido na Comissão de Orçamento. “O programa Auxílio Brasil e o valor do Auxílio Brasil vai ser decidido na votação do orçamento da União. Esse valor precisa estar encaixado dentro do ajuste fiscal e do teto de gastos. Então o valor definido é de R$400, o governo fará o esforço para pagar os R$ 400 e vai ter que ajustar outras despesas no orçamento para garantir esses valores”, afirmou. 

Ele reiterou que as demandas que envolvem o período da pandemia devem ser ajustadas para que o ano de 2022 seja enfrentado com responsabilidade fiscal e dentro do teto de gastos. 


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