Brics: Brasil defende reformas e a iniciativa privada para o pós-pandemia

O Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), conhecido como Banco do Brics, anunciou, na semana passada, a entrada de três novos sócios: Uruguai, Emirados Árabes Unidos e Bangladesh. Voltado para financiamento de projetos de infraestrutura, o banco foi fundado em julho de 2014, durante reunião dos países que compõem o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) realizada em Fortaleza.

A entrada do Uruguai no capital do NBD permitirá a realização de projetos binacionais com o Brasil com financiamento do banco. Há expectativa de que mais três ou quatro sócios ingressem no capital da instituição a cada ano, o que pode elevar o total de membros para 20 nos próximos anos.

Os sócios fundadores manterão o controle da instituição, com 55% do capital. A sede do banco funciona em Xangai, na China, e é presidida atualmente por Marcos Troyo. “Os novos sócios terão no NBD importante plataforma para fomentar cooperação em infraestrutura e desenvolvimento sustentável”, afirma Troyo, acrescentando que o banco continuará a expandir o número de sócios “de maneira gradual e equilibrada”.

O NBD tem capital autorizado de US$ 100 bilhões, aberto à subscrição de países-membros da ONU. Em seis anos, já aprovou cerca de 80 projetos com uma carteira de investimentos de US$ 30 bilhões. Foram beneficiadas áreas como transporte, água e saneamento, energia limpa, infraestrutura digital, infraestrutura social e desenvolvimento urbano.


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