Presidente da Câmara, Arthur Lira PP - AL, Recebe o Presidente Jair Bolsonaro para a entrega da PEC e MP referente ao Bolsa Família. Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O presidente Jair Bolsonaro foi a pé do Palácio do Planalto à Câmara dos Deputados na manhã desta segunda-feira (9) para entregar pessoalmente duas propostas: a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) autorizando o parcelamento de dívidas judiciais da União e a Medida Provisória que reformula o programa Bolsa Família.

O governo ainda não definiu qual será o valor final do programa, batizado de Auxílio Brasil, mas estima que o reajuste médio deve ser de, no mínimo, 50%.

“Isso deverá ser alcançado dentro do teto de gastos, andando em consonância a área social com a responsabilidade fiscal. O valor deve ser definido até o final de setembro, uma vez que o novo programa entra em vigor em novembro. Até outubro devemos ter a continuidade do Auxílio Emergencial”, disse o ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos-BA), que também projeta um aumento no número de beneficiários.

A estimativa é que o número de beneficiários passe dos atuais 14,6 milhões para mais de 16 milhões.

O ministro também disse que o novo programa vai unificar benefícios. “A medida provisória buscará ofertar todas as ferramentas disponíveis, seja através da capacitação, de um financiamento, do empreendedorismo ou do Programa de Aquisição de Alimentos, para que o cidadão possa conquistar sua emancipação”, disse.


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