O ministro da Advocacia Geral da União, André Mendonça. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O nome do atual advogado-geral da União do Brasil, André Luiz de Almeida Mendonça, foi indicado oficialmente, nesta terça-feira (13) pelo presidente Jair Bolsonaro, para ocupar a vaga de Marco Aurélio Mello, no Supremo Tribunal Federal.

No entanto, a indicação a pode ser sinônimo de impasses no governo, de acordo com avaliação do CEO da Arko Advice, Murillo de Aragão. Para o cientista político, o nome do advogado pode ficar parado no Congresso Nacional, postergando sua aprovação para assumir o cargo no STF.

“É evidente que essa indicação vai dar trabalho. A mobilização no Congresso já começou e existem votos suficientes para segurar o andamento e aprovação dele dentro do Senado. Sem dúvidas, por conta de tudo que anda acontecendo, essas discussões e os desentendimentos, podem trazer um custo político maior para a aprovação dele no Supremo. Esse é um tema que vai demandar energia do governo”, disse durante live semanal da Arko, Política Brasileira.


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