Senador Rodrigo Pacheco. Foto: Pedro França/Agência Senado

A nota divulgada ontem pelos comandantes das Forças Armadas contra o presidente da CPI da Covid, Omar Aziz, gerou uma série de reações dentro do Senado. Membros da CPI acusaram os generais de intimidação. Hoje pela manhã, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) precisou agir para diminuir a temperatura. Ele se reuniu com o o ministro da Defesa, general Braga Netto.

“Ressaltamos a importância do diálogo e do respeito mútuo entre as instituições, base do Estado Democrático Direito, que não permite retrocessos. Deixei claro o nosso reconhecimento aos valores das Forças Armadas, inclusive éticos e morais, e afirmei, também, que a independência e as prerrogativas de parlamentares são os principais valores do Legislativo. O episódio de ontem, fruto de um mal-entendido sobre a fala do colega senador Omar Aziz, presidente da CPI, já foi suficientemente esclarecido e o assunto está encerrado”, publicou Pacheco nas redes sociais.

A nota divulgada na noite anterior dizia que as Forças “não aceitarão qualquer ataque leviano” – uma reação à fala de Omar Aziz de que “fazia muito tempo que o Brasil não via membros do lado podre das Forças Armadas envolvidos com falcatrua dentro do governo”.


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