A pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta sexta-feira (11) mostra que a avaliação negativa (ruim/péssima) do governo Jair Bolsonaro atingiu 50%, um ponto percentual acima do registrado na sondagem anterior, realizada em maio. A avaliação positiva (ótimo/bom), por sua vez, caiu três pontos e agora é de 26%. E a avaliação regular passou de 20% para 22%. As oscilações estão dentro da margem de erro de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Foto: Marcos Corrêa/PR

A pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta sexta-feira (11) mostra que a avaliação negativa (ruim/péssima) do governo Jair Bolsonaro atingiu 50%, um ponto percentual acima do registrado na sondagem anterior, realizada em maio. A avaliação positiva (ótimo/bom), por sua vez, caiu três pontos e agora é de 26%. E a avaliação regular passou de 20% para 22%. As oscilações estão dentro da margem de erro de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Embora os números da sondagem sejam um pouco diferentes do captado pelo PoderData ontem (10), em ambos os levantamentos a avaliação negativa do governo está na faixa dos 50%. Por outro lado, a avaliação positiva de Bolsonaro gira em torno de 1/3 da opinião pública. Também vale registrar que os institutos adotam diferentes metodologias.

Um aspecto importante mostrado pela XP/Ipespe é queda no pessimismo em relação a economia. Segundo a sondagem, embora 60% dos entrevistados entendem que a economia “está no rumo errado”. O índice caiu cinco pontos percentuais em relação a março. Por outro lado, subiu a percepção dos que avaliam que a economia “está no rumo certo. Era 23% em março e agora registra 29%.

Outro aspecto importante a ser ressaltado é a redução do medo em relação ao coronavírus. O percentual dos entrevistados que afirmam estar com “muito medo” da pandemia baixou dez pontos percentuais (55% para 45%) em relação a março. Por outro lado, subiu cinco pontos (17%a 21%) o índice dos entrevistados que “não estão com medo” da Covid-19.

Este resultado pode ser atribuído ao avanço da vacinação, já que segundo a sondagem, 28% dos entrevistados já se vacinaram. Em maio, esse percentual era de 18%. E em março, somava apenas 7%.