Fachada iluminada do Congresso Nacional. Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

As mudanças trazidas por Márcio Bittar (MDB-AC) em seu relatório da PEC Emergencial nesta terça-feira (2) tiveram o efeito de aumentar a receptividade dos senadores ao projeto. Parlamentares mais ao centro, que antes defendiam o total desmembramento do texto agora falam em votação da PEC da forma que está. É o caso de Telmário Motta (RR), líder do PROS, que vinha se posicionando de forma contrária ao projeto e agora chegou a elogiar o relator em Plenário.

Em conversas com a Arko Advice, o senador Plínio Valério (PSDB) também vinha defendendo que o texto fosse totalmente fatiado, para que questões voltadas ao Auxílio Emergencial fossem votadas primeiro. Hoje, avaliou que a votação será mais fácil. “Tendo retirado esses pontos mais polêmicos, a gente deve votar logo essa PEC”, disse.

Apesar da maior aceitação entre senadores de centro após mudanças no relatório da PEC emergencial, a oposição segue se opondo ao projeto. Em nota divulgada nesta terça-feira (02) pelo senador Jean Paul Prates (PT-RN), líder da minoria, disse que “apenas três prioridades são importantes para a população: auxílio emergencial no valor de R$ 600, novos leitos de UTI Covid e vacinas”.

Saiba mais:

À Arko Advice, o senador Paulo Paim (PT-RS) informou que o assunto ainda está discutindo internamente, mas, até o momento, a tendência é de que o Partido dos Trabalhadores continue se opondo à PEC.

Com a colaboração de Pedro Costa Teodoro.