Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

O governo estreitou os critérios de concessão para o auxílio emergencial, recentemente estendido até dezembro de 2020 e diminuído de R$ 600 para R$ 300, depois de decisão do presidente Jair Bolsonaro, conforme indicado pelo secretário especial adjunto de Fazenda do Ministério da Economia, Gustavo Guimarães. Para isso, o governo está utilizando o CPF dos beneficiários para o cruzamento de dados e para a delimitação do número de pessoas habilitadas para receber o benefício.

A redução do custo mensal do auxílio para o governo caiu de R$ 50,8 bilhões (valor entre abril e agosto) para R$ 16,9 bilhões (valor entre setembro e dezembro), e, além disso, uma nova regra foi implementada: proprietários ou portadores de título de posse de bens acima de R$ 300 mil não terá mais acesso ao auxílio emergencial.

Quanto à normalização do cadastro do Bolsa Família, este voltará a ser pago integralmente e, caso o valor seja menor do que R$ 300, a diferença será paga via auxílio emergencial.